Desafios. Ações. Resultados!

Ministro aulas desde 1986! Já estou acostumado? Nada mais me surpreende? Nossa, muito pelo contrário! Cada cliente novo, cada novo tema, representa novos desafios! A adrenalina é alta sempre!

Estamos com um cliente novo, um projeto de ampla formação em Excel. Desenhamos quatro títulos: Excel Intermediário, Excel Avançado, Excel Dashboards e Excel VBA Macros. Um trabalho intenso, primeiros assuntos tratados mais ou menos na metade do ano passado e aulas propriamente ditas iniciadas agora em março.

Não, março não, tivemos uma palestra de apresentação no final de fevereiro. Que palestra! Muitos e muitos participantes dedicaram seu tempo de almoço para … almoçar, claro, e conhecer recursos interessantes do Excel. Recursos salvadores!

A interação foi enorme, as reações as melhores possíveis. Dá para acreditar que o pessoal riu muito durante a palestra? Uma palestra técnica? Pois é, uma das pessoas da área de treinamento fez um comentário muito interessante. Ela disse que outros palestrantes também se apresentaram em dias anteriores, até um palhaço falou sobre motivação e comportamento. Ela disse que nem na palestra dele as pessoas riram tanto quanto nesta de Excel. Que comentário!

Mas esse foi só um aquecimento, os cursos completos começaram em março. Eu estava um pouco agitado no primeiro dia, na expectativa! Mesmo sendo cursos que já ministro há muito tempo, o cliente era novo. Com suas necessidades específicas e desafios típicos da área de atuação da empresa.

Logo nos primeiros dias, os comentários dos participantes tranquilizaram:

- Seu curso foi excelente!
- Achei o curso muito proveitoso e a forma de ensino também.
- Parabéns, o treinamento foi ótimo. A forma e vitalidade como conduz e como ensina de maneira “humana” é incrível!

Não estou sozinho nesta empreitada, somos dois neste cliente, o professor André está comigo. E indo no mesmo caminho, olha só uma manifestação de aluno:

- Seu “modus operandis” é bem interessante e cativa a participação de todos. Prefiro também a linha de engajar a todos em sala, tornando o curso mais participativo para todos.

Que resultado! Sempre defendi que o segredo para uma boa aula é o máximo de planejamentos ANTES e o máximo de descontração e rebeldia (rs) DURANTE. Além disso, a melhor forma de entender o Excel é desmistificá-lo. Assim, um bom professor não pode nunca ensinar, por exemplo, que uma função PROCV é formada por três argumentos, o primeiro é o item a….

Chega, vou parar senão você não lê mais este texto. A melhor forma de ensinar este recurso é mostrar uma planilha parcialmente preenchida e conversar com os alunos sobre o que está faltando nela. No momento em que eles falarem que será preciso PROCURAR mais informações, é hora de falar sobre PROCV.

Ufa, foi um trabalho grande até agora, desafios vários. Felizmente todas as nossas ações estão se mostrando eficazes, então – mesmo ainda no início do trabalho – já estamos colhendo excelentes resultados. Que maravilha! Que sensação boa!

Grande abraço!

Fernando Andrade
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Listar ou não listar – eis a questão!

Um parque? Uma praça? Que nada, este é o terraço da Prefeitura de São Paulo, um dos muitos locais que conheci em minhas férias planejadas!

Terminaram há pouco minhas férias, foram dias de mais completo descanso. Não abri jornal, evitei computador e só abri o Google para assuntos ligados a lazer. E também não planejei horários para as atividades do dia!

Pois é, listar atividades diárias. E com horários! Sou fã incondicional de um bom gerenciamento de tempo, planejar o que queremos fazer no dia – definindo inclusive um horário provável – produz resultados absurdos. Costumo chamar esta metodologia de “milagre da multiplicação das horas”.

Mas eu estava em férias, pensar em cumprir horários para passeios, visitas e lazer não combina com descanso. Claro, o planejamento está em meu sangue, é meu jeito de aproveitar bem a vida, então certamente listava o que queria fazer durante o dia. Foi por isso que consegui ter férias incríveis!

Voltei ao trabalho! Que sensação boa começar o dia com um bom planejamento. Que maravilha é listar tudo o que precisa ser feito e definir horários possíveis. Que sentimento de realização é executar cada tarefa esperada e ter a certeza de um dia bem vivido!

A metodologia é simples! Muito simples! Falo bastante sobre ela em meu curso “O Outlook como ferramenta de produtividade”. Veja só um pequeno exemplo:

——
8 h
. Responder e-mails

8h30
. Consultar saldo no banco
. Pagar condomínio

9h
. Ligar para cliente ABC
—–

Listar atividades assim é milagroso! O segredo – sutil – está no horário das 8h30. Ao começar meu dia planejando tudo o que tenho que fazer, percebo que há duas atividades ligadas a bancos, “Consultar saldo” e “Pagar condomínio”. Se não planejasse, provavelmente veria meu saldo em um determinado momento e depois, quando lembrasse do condomínio a ser pago, teria que ENTRAR DE NOVO no aplicativo do banco para pagar a conta.

Este é o milagre da multiplicação das horas. No horário das 8h30 eu consegui fazer DUAS ATIVIDADES. O planejamento multiplicou este meu horário, duas tarefas em um só momento da lista.

Claro, férias precisam ser mais relaxadas, não necessariamente eu precisava me preocupar com horários. Mesmo assim, um pouco de planejamento sempre é bem-vindo. Minhas listas nestes dias de descanso foram mais resumidas:

——
. Conferir horário da sessão no cinema
. Consultar saldo no banco
. Pagar condomínio
. Ligar para meu pai
—–

Bem mais simples! Bem mais coerente com férias!

Bem, acabou meu tempo para escrever este texto, vou ver agora a próxima tarefa para hoje! :-)

Grande abraço!

Fernando Andrade
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Turistando em São Paulo

Edifício Martinelli - Terraço Verde

- Vocês também estão “turistando” em São Paulo?

Foi essa pergunta que ouvimos, eu e minha esposa Cecília, na entrada da cripta da Catedral da Sé. Pois é, estávamos! E foi um jeito sensacional de aproveitar as merecidas férias agora em janeiro.

Viajar para outras cidades, outras regiões, outros países, certamente é muito bom, faço e quero fazer passeios assim muitas vezes. Só que viajar na cidade em que vivemos, não importa seu tamanho, pode trazer – certamente traz – surpresas incríveis!

Que sensação ótima foi descer a Rua Augusta da Paulista sentido Jardins! Há lojas dos mais variados tipos e – este foi o destaque desse passeio – galerias inacreditáveis. Além da Galeria Ouro Fino – talvez a mais conhecida – há outras menos famosas e talvez até mais surpreendentes.

Quer ver? Na altura do 2212, bem no meio da agitação e barulho da rua, há uma galeria ao ar livre que parece um oásis em um deserto. Tranquila, sossegada, a sensação é estar em uma pacata cidade do interior. Se não bastasse, na entrada há um delicioso ponto de comida árabe. Um autêntico, proprietários árabes, produtos de primeira qualidade – Turkish Doner Kebab.

É só isso? Claro que não! Descendo um pouco mais, altura do 2366, há outra galeria que – essa mais ainda – lembra literalmente um oásis. Em plenos 35 graus do forte verão, o frescor proporcionado pelas árvores desta galeria é inesperadamente bem-vindo. O local é tão fresco, úmido até, que cheguei a molhar meu tênis na água acumulada entre os paralelepípedos que calçam esta viela.

Vou parar por aqui a descrição das surpresas da Rua Augusta, senão este texto fica enorme. Até porque quero falar um pouco de tudo o que vi “turistando” em São Paulo neste janeiro:

- Pavilhão Japonês no Ibirapuera, parece um pedaço do Japão no Brasil;
- Jardim das Esculturas também no Ibirapuera, espaço ao ar livre entre o MAM, Bienal e Oca com trinta obras pertencentes ao MAM; aqui você também vê uma amostra de paisagismo de Burle Marx;
- O próprio MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, que eu NUNCA havia visitado nestes quase 40 anos vivendo em São Paulo;
- Ainda falando de museus, bem ao lado do Ibirapuera fica o MAC – Museu de Arte Contemporânea; é um complexo arquitetônico projetado por Niemayer e equipe com cerca de 10 mil obras como Picasso, Chagal e Anita Malfati, além de um terraço com uma vista maravilhosa de toda a região;
- Edifício Matarazzo, sede atual da Prefeitura de São Paulo, também conhecido como Banespinha, com sua impressionante cobertura verde idealizado por um jardineiro que ali trabalhou;
- Farol Santander, popularmente chamado de Banespão, com seus andares dedicados à história do prédio e a exposições variadas, também proporciona uma vista sem igual do Vale do Anhangabaú e região;
- Edifício Martinelli, que normalmente é fechado para visitas, mas esteve aberto no dia do aniversário da cidade; a história do prédio é emocionante, a vista lá de cima mais ainda;
- Parque da Água Branca, uma fazenda bem no meio da cidade, com seus prédios antigos, galinhas, patos, cavalos, jardins, lagos e árvores centenárias.

Ufa! Que férias!

Ah, sempre que possível, procuro falar sobre tecnologia em meus textos. Então, um clima de férias não combina com o stress característico do trânsito paulistano, por isso fui a todos estes locais usando transporte público. Além de metrô – um meio que gosto DEMAIS nesta cidade – os ônibus não deixaram a desejar. Hmmm, aqui muita gente pode duvidar, pode achar que estou sendo otimista demais. Então, vamos a uma prova.

Ainda dentro de casa, abro o Citymapper, um aplicativo de locomoção e vejo várias opções para chegar ao Ibirapuera: carro, transporte público, a pé, bicicleta e táxi – ou Uber. Escolho um ônibus, o aplicativo indicava 13h46 o horário em que o ônibus passaria a algumas quadras. Inacreditável, o ônibus passou exatamente na hora marcada. Pontualidade britânica no Brasil? Não exatamente, vários ônibus hoje têm GPS, o Citymapper tem acesso e informa os horários precisos. Incrível!

Estou voltando hoje ao trabalho, completamente descansado e pronto – na verdade, ansioso – para as aulas do ano. E sabe o que é melhor? Sei que posso ter vários dias de férias ao longo do ano “turistando” em São Paulo, afinal há muito, muito o que ver, tudo na cidade em que vivo. Que boa perspectiva para o ano!

Grande abraço!

Fernando Andrade
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Haja estômago!

Mosteiro São Bento - Natal Iluminado São Paulo 2018

Ar condicionado e professor não combinam, a garganta sempre sofre. A minha ficou inflamada, uma bactéria oportunista aproveitou, a inflamação virou infecção, os antibióticos e anti-inflamatórios entraram em cena.

Deu certo, minha garganta está 100% normal, a voz voltou com força total e as aulas continuam muito boas. Modéstia à parte! E o estômago? Ah, esse pagou parte da conta, junto com o esôfago! Fiquei com uma gastrite leve, junto ganhei um refluxo e esofagite.

Veio em seguida o grande desafio, encontrar um médico competente. Que luta! Um deles, não me deu a menor chance de conversar na consulta, era visível a vontade dela que eu fosse embora rapidamente. Entregou um regime dizendo:

- Siga estas orientações. Se estiver fazendo outras coisas, continue!

Disse isso e já foi logo levantando, me dispensando. Tentei fazer algumas perguntas mesmo em pé, mas nem sei se ela refletiu, deu respostas rápidas já com a mão na maçaneta da porta.

Fui então a outro gastro, um que atendeu minha mulher há algum tempo. Como já tinha uma experiência com outra médica, comentei sobre os remédios que estava tomando. Sabe qual foi a resposta dele?

- Você já veio aqui com um tratamento pronto! O que mais você quer?

Pode isso? Tentei argumentar que queria uma segunda opinião, se deveria continuar o tratamento. Ele concordou e também foi me dispensando. Perguntei se deveria voltar depois de um tempo, quem sabe uma nova avaliação. “Daqui um mês”, disse aparentando contrariedade.

Quem ficou contrariado fui eu! Que absurdo o atendimento!

Mas a vida sempre reserva boas surpresas, é só ir atrás. Lembrei que há muito tempo, mais exatamente há sete anos, também tive uma crise de gastrite. Estava tomando remédios prescritos por um médico – mais um da categoria “incompetente” – e não estava funcionando. O “incompetente” então dobrou a dose! Uma dose cavalar!

Mudei a dose conforme recomendação? Claro que não! Mudei o médico (rs)! Felizmente encontrei um profissional bastante experiente – um digno da profissão que exerce – que ouviu meus argumentos, avaliou o tratamento já feito e simplesmente disse:

- Tomou os remédios? Relaxe, vai viver a vida! Em breve você vai colher os resultados!

Foi o que fiz! E funcionou! Em poucos dias já não estava sentindo qualquer problema. Amanhã volto a ele, tenho forte intuição de que ele vai avaliar o que estou fazendo e – de novo – mandar eu viver a vida!

É essa mesma vida que está a nosso favor, basta deixarmos. Ontem minha cunhada Bia falou sobre um gastro que a salvou de uma situação bem complicada há alguns anos. Um profissional muito competente, que além de avaliar os sintomas físicos, considera também a parte emocional. Afinal, estômago sofre muito – demais – as consequências de nossas emoções.

Se o médico que mandou eu viver a vida não corresponder às expectativas – algo que duvido – vou consultar este de minha cunhada. Certamente terei uma solução! Meu estômago e meu esôfago agradecem! Um excelente ano novo me espera! Minha agenda de treinamentos para o primeiro semestre já tem 40 eventos agendados!

Um FELIZ 2019 para todos nós! E um EXCELENTE Natal, bem no clima da imagem que abre este artigo!

Grande abraço!

Fernando Andrade
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Bohemian Rhapsody

Um cliente de longa data pediu a gravação de vídeos para um treinamento de Windows 10 – as novidades e os recursos essenciais. Fiz uma estimativa, seriam 28 vídeos de 2 a 3 minutos cada, 28 horas totais de trabalho.

28 horas de trabalho? Doce ilusão! Foram incríveis 68 horas! Por que esta diferença enorme? Motivos não faltaram:

- Vídeo com pequeno problema no som, melhor gravar novamente;
- Explicação poderia ser ligeiramente mais didática; vou fazer outro;
- Exemplo bom, mas tenho outro melhor;
- Posição da foto no vídeo poderia ser um pouco mais à direita, vou consertar;
- Tamanho da fonte nos textos auxiliares talvez esteja pequeno, experimento outro;
- Sombra nas imagens ligeiramente deslocadas, vou refazer;
- Será que o som um pouco mais alto ajudaria? Melhor testar;
- Um efeito de transição ajuda a prender a atenção do aluno? Vou experimentar.

E assim foi o trabalho! Perfeccionismo? Hmmm, acho que não! Insegurança quanto aos resultados? É, talvez um pouco, mas não explica todo esse cuidado! Mas então, quais os motivos?

Quase no final do trabalho, dei um tempo, fui com minha mulher ver “Bohemian Rhapsody”, filme com a história do Queen e do Freddy Mercury. Imperdível! Sensacional! Emocionante! Gratificante e altamente encorajador! Saí encharcado do cinema!

No meio do filme, tive um estalo, descobri o motivo da demora das gravações dos vídeos. Na produção da música título do filme, “Bohemian Rhapsody”, Freddy insistia em gravar, gravar e gravar cada trecho da “ópera”. A cena da gravação do trecho “…Galileo…” é impressionante! Além da busca da qualidade, as muitas gravações foram depois reunidas e o resultado – várias vozes – é marcante.

Então, esta busca pela qualidade, associada a um prazer genuíno pelo trabalho, ficaram evidentes no filme. E também me fez perceber que – quanta pretensão a minha esta comparação com o Queen – é exatamente o que buscava e sentia nas gravações dos vídeos. O prazer de fazer o melhor trabalho possível era meu grande motivador! Essa frase parece um chavão, mas – sinceramente – é a mais pura realidade.

Saí do filme muito leve, passei a trabalhar ainda mais intensamente na gravação dos vídeos restantes. Nem preciso dizer que demorei ainda mais, já que agora eu tinha o aval do Freddy Mercury (rs) para gastar o tempo que fosse necessário para conseguir resultados excelentes.

Para quem quiser conferir um destes vídeos, eis o link: Windows 10 – Snap View.

Grande abraço!

Fernando Andrade
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Assertividade? Oratória? Realização!

Esta foto tem tudo a ver com o texto abaixo. Feita momentos antes de um curso, mostra como o céu já sinalizava o sentimento de realização que seria alcançado no dia.

——–

Sexta-feira feira passada, pouco depois do almoço, recebo uma mensagem:

– Agradeço por todo trabalho realizado! Só tenho elogios das pessoas que participaram. Espero em breve termos novas oportunidades de parceria.

Ainda na mesma 6ª feira, agora quase final da tarde, a caixa de entrada acusa novo e-mail:

– O treinamento foi ótimo! Recebemos muitos feedbacks positivos do nosso time.

Interessante é que o primeiro evento – Comunicação assertiva e escrita – tinha como foco desenvolver a assertividade dos participantes. Inicialmente, a assertividade como um todo; depois, textos assertivos. Um desafio enorme para um evento de apenas dois dias.

Já que desafio pouco não basta, o segundo tema – A arte de falar em público com PowerPoint – propunha algo ainda mais instigante, falar em público com desenvoltura, facilidade, de forma a conquistar, convencer e motivar. Para facilitar, a proposta era criar usar slides PowerPoint feitos especialmente para apoiar o discurso de cada aluno.

As empresas eram diferentes, o público alvo com perfis completamente heterogêneos, as experiências dos participantes bem distintas. Deu certo? As frases que iniciam este texto comprovam, sucesso enorme.

Qual o segredo? Mostrar técnicas de comportamento assertivo e técnicas de redação claras ajudaram no Comunicação assertiva e escrita? Certamente, mas não foram o motivo do sucesso. Explicar recursos incríveis do PowerPoint e praticar jeitos de falar em público foram importantes no A arte de falar em público com PowerPoint? Com certeza, mas também não explicam os resultados alcançados no evento.

Então, a pergunta continua, qual o segredo? Pessoas! Sim, por mais diferentes que tenham sido estes dois treinamentos, os resultados só começaram a aparecer quando o assunto caminhou para as dificuldades de cada participante, seus pontos fracos – seus medos e angústias – e suas habilidades – aquilo que elas mais sabiam fazer. E faziam com gosto!

Em cada um destes dois eventos, conseguimos – eu e os alunos – criar um clima tão forte, aberto, estimulante, que parecíamos estar em uma grande sessão de terapia coletiva. Todos percebemos – eu, professor, inclusive – quais eram nossas qualidades e como poderíamos desenvolver novas habilidades de assertividade e comunicação. Foram eventos inesquecíveis! Arrepiantes!

Além de conquistarmos as técnicas propostas em cada treinamento, ainda ganhamos um enorme sentimento de REALIZAÇÃO. Sentimos na sala de aula a enorme possibilidade de desenvolvimento, até porque o espírito de equipe, de enorme sinergia entre os alunos e – PRINCIPALMENTE – os exemplos de vida de cada um, mostraram como era perfeitamente possível adquirir a tão desejada assertividade e capacidade de expressão. Em público ou por escrito.

Entrei na sala para ensinar e acabei aprendendo muito! Assim é que vida precisa ser! Sempre!

Grande abraço!

Fernando Andrade
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Você sabe o que está anotando?

No meio da aula uma aula uma aluna fica sem paciência comigo e fala meio nervosa:

– Mas, professor, se não anoto, não vou lembrar depois!

Tenho uma metodologia de aula – e acredito que até de vida – bem simples e ao mesmo tempo extremamente eficaz: primeiro entender e depois agir. Tem sido uma maneira sábia de viver a vida!

Transportada para a sala de aula, esta filosofia de bem viver significa que os alunos devem primeiro prestar atenção na explicação e só depois anotar e praticar – ou praticar e anotar. Combino esta estratégia logo no início, acompanhar e discutir comigo uma explicação mostrada em telão e só depois fazer um exercício prático – e anotar, caso o aluno queira!

Mas a Cristina insistia em anotar ENQUANTO eu explicava. E ficava perdida! Enquanto anotava o passo 1, eu já estava no 3 ou 4. E na hora de fazer o exercício prático, não tinha a mínima ideia do que fazer. Até procurava em suas anotações alguma luz, mas sem sucesso, faltavam vários passos.

A aula continuou, ela insistia em anotar na hora errada e eu o tempo todo sugerindo que ela apenas olhasse o telão. O momento para anotar iria chegar enquanto ela fizesse o exercício, eu reforçava sempre.

– Ah, mas vou esquecer se não anotar!

Mas a Cristina não conseguia parar de anotar, ela tinha certeza de que iria esquecer tudo.

Sei que cada um tem seu método de aprender. Alguns nem precisar anotar ou praticar, basta receber uma explicação para entender. Eu já sou um pouco mais parecido com a Cristina, preciso anotar – mas DEPOIS de entender o que realmente é relevante.

Resolvi radicalizar! Terminei uma explicação no telão – e ela anotando – e fui imediatamente para o computador dela. Esperei ela terminar de escrever. Quando começou a consultar suas anotações para tentar repetir os passos do exercício, peguei delicadamente seu caderno e fechei. Quando ela executava um passo, eu perguntava o que precisava fazer em seguida. Ela pensava, lembrava e executava o passo seguinte corretamente. E assim foi até o final do exercício.

Até agora lembro da expressão de felicidade em seu rosto, fazer aquele exercício sem consultar as benditas anotações foi uma grande experiência. Para ela e para mim!

Claro que as anotações seriam importantes, afinal nossa memória pode ser curta e nem sempre conseguimos lembrar de algo no futuro. Ou no dia seguinte (rs). Só que anotações realmente eficazes são aquelas feitas depois de entendermos muito bem o que estamos anotando. Só assim funcionam!

Bom, pelo menos deu certo com a Cristina. E dá certo comigo! E dá certo com meus clientes! Fico muito contente com os resultados!

Grande abraço!

Fernando Andrade
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Não sei se é verdade

Fico muito incomodado quando recebo mensagens WhatsApp que começam assim:

– Não sei se é verdade o texto abaixo, mas achei melhor enviar!

E aí vem um alerta, um conselho, uma recomendação médica. Será que o texto encaminhado é verdadeiro? Eu não sei! A pessoa que encaminhou também não! Mas agora é tarde, eu já li, talvez aquilo fique em minha cabeça para sempre!

Olha uma que recebi ontem:

Um aviso muito importante para aqueles que acordam à noite para ir ao banheiro…Deve-se ter cuidado com a “LEI DE UM MINUTO E MEIO” que é cientificamente comprovada “AO ACORDAR DE REPENTE” para fazer…

Nem mostro tudo que recebi, não quero que a mensagem fique em sua cabeça igual ficou na minha. Lendo agora com calma enquanto escrevo este artigo, percebo que nem boa pontuação o texto tem. E ainda se atreve a falar sobre uma lei “…cientificamente comprovada…”.

Em tempos de notícias falsas, as tão faladas fake news, será que fazer nossa parte não é bom senso? Ora, se não sabemos se é verdade, é só não repassar a mensagem. Como é que vou me atrever a enviar um texto “cientificamente comprovado” se não faço a mínima ideia de quem o comprovou?

É por isso que comemoro – MUITO – o WhatsApp ter começado a sinalizar há algumas semanas as mensagens encaminhadas. É uma solução extremamente simples e altamente eficaz. Se leio no alto de um texto que recebo a frase “encaminhada”, já nem vou perder meu tempo lendo.

Sou fã incondicional da tecnologia, minha vida não seria a mesma sem facilidades do tipo Google Maps, Waze, Evernote, Duolingo e – claro – WhatsApp. Gosto tanto que dou aulas sobre o assunto! Justamente por gostar demais de tudo isso é que torço para que estas ferramentas sejam bem utilizadas.

Faço questão de contar um caso. Uma vez alguém me incluiu em um grupo de orações no WhatsApp. Nada contra, talvez esta seja mesmo uma ótima forma de rezar em conjunto. Só que neste grupo – mais de 100 pessoas – a cada oração enviada, todos reagiam respondendo “amém”. É até engraçado, mas quer ver o lado que acaba com o grupo? De tanto receber “amém” e mais “amém”, ninguém mais prestava atenção nas orações. É o cúmulo do desperdício de uma ferramenta tão boa quanto o WhatsApp.

Não sabemos se é verdade? É só não encaminhar! Não temos certeza a respeito do que está escrito? É só não compartilhar! Fácil, fácil fazer nossa parte no combate às fake news!

Ah, a propósito, eu saí do grupo de orações!

Grande abraço!

Fernando Andrade
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Simulação não, AÇÃO!

Torcedor do Senegal fazendo a coisa certa na Copa do Mundo 2018

Torci para o juiz não marcar o pênalti a favor do Brasil no jogo contra a Suíça. Podem me chamar de ingênuo, sonhador, idealista ou até ignorante em futebol, mas comemorar um gol por conta de um pênalti simulado não está em mim.

Fui para a feira livre perto de casa logo depois, o feirante puxou conversa e já logo mostrei minha indignação. A resposta foi aquela esperada:

– Para jogar futebol uma malandragem vai muito bem!

Perguntei se ele era malandro na profissão dele, se ele tentava me enganar na qualidade das frutas que vendia. Perguntei se ele queria ser enganado por um médico malandro, um político esperto ou um vizinho aproveitador. Claro, ele ficou calado!

Como torcer por jogadores que – mesmo competentes tecnicamente – se recusam a jogar limpo e preferem a simulação? Prefiro muito, mas muito mais, um gol de classe, cobrança de falta, feita pelo Toni Kroos nos 2 a 1 do lindo jogo da Alemanha contra a Suécia do dia seguinte.

Inesquecível este gol, ficou guardado no coração – mesmo eu não entendendo de futebol e sendo torcedor apenas em jogos da Copa.

Sabe qual competição está valendo mais ver na Rússia? Japão versus Senegal, os dois países competindo pela limpeza do estádio após o jogo. Incrível! Vi na CNN as justificativas. O senegalês diz que gostaria de ser bem recebido quando for a outros países, o japonês simplesmente diz que é o certo a fazer. Que lição de vida!

Exemplos assim contaminam! Minha mulher acaba de me mostrar um vídeo de brasileiros recolhendo lixo após o jogo na Copa. Convenhamos, é melhor aprender a limpar um estádio porque é o certo ou a simular faltas inexistentes por que é esperto levar vantagem?

De novo podem me chamar de ingênuo ou sonhador, mas prefiro muito mais torcer para pessoas cheias de ação, que fazem a coisa certa porque é o certo. Prefiro muito mais torcer para pessoas como a Solange, que depois de participar de um curso de Access que ministrei enviou esta mensagem:

Mais uma vez venho agradecer o curso, assim como todos que participei ministrados por você, foi maravilhoso e acima de tudo muito proveitoso e de extrema importância para minha vida profissional e também pessoal.

Existe algo que a vida me mostrou: a única coisa que não podem nos tirar são os conhecimentos adquiridos. Pode ter toda certeza que você contribuiu muito com meus conhecimentos e por esse motivo serei eternamente grata!

Dá gosto torcer para pessoas assim!

Menos simulação e mais ação, viva os bons jogos da Copa do Mundo 2018!

Grande abraço!

Fernando Andrade
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Traz um canguru para mim!

The Strand Arcade, Sydney

Voo de quase treze horas, escrevi este texto dentro do avião e guardei para enviar hoje. O trecho é Austrália-Chile, ainda tenho outro pela frente, Chile-Brasil. Já jantei no avião, dormi, tomei café da manhã, vi um filme e ainda estou com tempo para estas linhas. Nada como um voo prolongado!

Viagem é aprendizado!

Em Sydney, vivi as emoções de uma cidade bem estruturada, lá o novo e o velho convivem harmoniosamente. Visitar The Rocks, a tradição fluindo em cada esquina, e logo depois ali encostado ver a modernidade de Barangaroo surgindo e acomodando PwC, KPMG e Accenture foi uma sensação incrível.

Tive a chance de presenciar o ANZAC Day, um dia em que o país presta suas homenagens a todos os australianos combatentes em grandes guerras. Não é uma data simbólica, as pessoas de fato demonstram o respeito aos veteranos de guerra. Vi gente na rua chorando, aplaudindo e fazendo continência para os velhinhos marchando bem ao lado do Hyde Park.

Aí fui para Perth, outro lado do país. Uma cidade nova, em plena evolução. Dizem que as mudanças lá estão acontecendo tão rapidamente que fica difícil reconhecer a cidade apenas um ano depois.

Ali conheci a Swee, a dona da casa em que fiquei hospedado. Diferentemente de outras cidades, a Swee não se contentou em apenas oferecer cozinha, banheiro e quarto. Encontrei hospitalidade! Além de preparar com muito carinho meu café da manhã e criar pratos especiais a cada noite, ela dedicou vários dias para mostrar pontos da cidade que normalmente um turista não conhece!

A última aventura foi em Melbourne, uma cidade pujante, ativa, cheia de energia. Confesso que fiquei chocado no início, eu estava acabando de chegar de Perth e encontrei um povo elétrico, agitado e – infelizmente – alguma sujeira!

Foi uma primeira impressão que se desfez já no dia seguinte. Foi o jeito Melb – é assim que as pessoas chamam carinhosamente sua cidade – o responsável por eu me soltar de vez na Austrália. Foi lá que comecei a conversar mais naquele inglês com sotaque típico deles, foi lá que interagi mais com as pessoas.

Aprendi muito! Cresci demais! Embora morrendo de saudade de casa – faltam 90 minutos de viagem até o Chile ainda – foi uma viagem inesquecível, enriquecedora, que me tornou uma pessoa melhor.

Ah, e os cangurus? Pois é, até com canguru eu interagi. Lá em Perth há uma ilha pequena no meio do Rio Swan, bem dentro da cidade, os cangurus vivem livremente correndo para lá e para cá. Cheguei perto, brinquei com eles e até dei comida. Fascinante!

Que venham outras experiências assim!

Grande abraço!

Fernando Andrade
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