Controlando suas finanças com o Excel

Série Excel Como Você NUNCA VIU!

Se o aumento não sai, aumente você seu salário!

Qual a ideia?
Quase sempre “sobra mês no fim do salário”… Esta é uma frase muito pronunciada por jornalistas de economia para dizer que o dinheiro sempre acaba antes do fim do mês.

Bem utilizado, o Excel pode ser uma poderosa ferramenta de multiplicação de seu dinheiro. Neste seminário você verá uma série de exemplos práticos que fazem sucesso o tempo inteiro.

Qual o formato?
A plateia acompanha no telão cada solução, ideia e resolução de problema. A exposição é bastante dinâmica e interativa, já que o palestrante conversa com o público o tempo inteiro.

A quem se destina?
Pessoas que já possuem algum conhecimento de Excel e querem aproveitá-lo para aumentar seus rendimentos.

Duração
3 horas.

Evento fechado
Este evento pode ser ministrado em sua empresa com grandes vantagens e adequado às suas necessidades específicas. Como infraestrutura, o cliente oferece apenas uma sala com um computador para o professor e um projetor multimídia.

Data e horário
Definidos pelo cliente.

Local
Instalações indicadas pelo cliente.

Infraestrutura oferecida pelo cliente
Projetor multimídia, mesa para o professor, blocos de anotações e cadeiras para os alunos.

Material didático
Todos os participantes recebem CD com:

  • Apostila passo a passo com os exemplos mostrados no telão
  • Apostila Perguntas mais frequentes feitas nas palestras anteriores
  • Apostila Excel Módulo 1
  • Apostila Excel Módulo 2
  • Apostila Excel Módulo 3
  • Arquivos de exemplos usados na palestra

Suporte
O professor fica à disposição dos participantes durante 90 dias após evento para o esclarecimento de dúvidas via e-mail.

Quem é o apresentador?
Fernando Andrade, palestrante, professor e conferencista, tem como tema principal a utilização eficaz da tecnologia no dia a dia das pessoas. É analista de sistemas pela IBM, engenheiro civil pela Universidade Mackenzie e diretor da Pessoas e Tecnologia. É autor dos livros

  • O Outlook como ferramenta de produtividade
  • E-mail que funciona
  • Gerenciamento de informações eletrônicas
  • Administre seu tempo com Palm
  • PowerPoint para quem conhece PowerPoint
  • Excel para todos
  • Excel para quem conhece Excel
  • Word para quem conhece Word
  • Mala direta no Word
  • E-mail para todos
  • E-mail para quem conhece e-mail

publicados pela editora Nobel, com o apoio da revista Você S.A.

O que será discutido?

Onde está o dinheiro?

  • Orçamento – planilha de gasto diário
  • Fluxo de caixa
  • Noções básicas de taxas de juros
  • Projetando o valor do dinheiro no tempo
  • Juros simples versus juros compostos – descomplique com o Excel

Trabalhando com seu dinheiro

  • Custo de oportunidade
  • Aproveite seu dinheiro
  • Negociação de compras a prazo – matemática financeira com o Excel
  • Compras com ou sem entrada – decida com o Excel
  • Otimização de compras a prazo

Negociação de descontos para pagamentos à vista
Cuidados ao tomar dinheiro emprestado
Custo do cheque especial
Custo do rotativo do cartão de crédito
O penhor de joias
Os empréstimos mais baratos
Investimentos, como escolher o melhor!

  • Sobrou dinheiro: como administrar as sobras
  • Aplicações na caderneta de poupança
  • Aplicação em renda fixa
  • Aplicação em renda variável (ações)
  • Planos de previdência privada
  • Imóveis: compra, venda ou aluguel

Conteúdo dinâmico
Uma das principais características da palestra é a dinâmica. Por isso, são os próprios participantes que complementam o conteúdo com suas perguntas. Ao apresentar os assuntos acima, o palestrante estimula a participação – que sempre acontece – tornando cada evento um acontecimento único!


Contas em dia ajudam a garantir a produtividade
Cientes de que dívidas em atraso afetam desempenho do colaborador, empresas investem em ações de educação financeira.

Importante: o texto abaixo foi publicado em 18/11/2012 no “O Estado de São Paulo”, caderno “Empregos e Carreiras”. Nenhuma das ações, treinamentos ou palestras citadas na reportagem foi conduzida pela “Pessoas e Tecnologia”. O texto está em nosso site apenas para demonstrar a importância do planejamento na vida dos colaboradores de uma empresa.

Após alguns anos utilizando o décimo terceiro salário para pagar as dívidas com o cartão de crédito e cheque especial, o coordenador de produção da Holcim do Brasil, empresa do ramo de cimento, concreto e agregados, Marques Pereira Pinto, vai poder finalmente dar outros destinos para o dinheiro que irá receber no final do ano, como realizar as compras do Natal, por exemplo. Com as finanças equilibradas o coordenador já consegue pensar no futuro e conta que pretende guardar uma parte do salário extra na poupança que está formando para investir na construção de um imóvel. Com este feito, Pinto passa a figurar fora do grupo de 61% dos brasileiros que irão utilizar o décimo terceiro exclusivamente para a quitação de dívidas (veja mais abaixo).

É justamente com essa parcela grande de trabalhadores que não consegue ter controle sobre suas finanças que as empresas estão preocupadas. Muitas delas oferecem programas de educação financeira compostos por palestras, consultas personalizadas com especialistas e cursos. O objetivo é evitar que as dívidas abalem o sono, a tranquilidade do trabalhador e, consequentemente, tragam reflexos negativos para a sua produtividade.

Estudos embasam essa preocupação. Uma pesquisa recente divulgada pela companhia de seguros Met Life apontou problemas relacionados ao descontrole financeiro estão diretamente ligados à ausência de funcionários no trabalho em 58% das empresas do mundo. Além disso, segundo o estudo, em 78% das companhias sondadas o excesso de dívidas abala negativamente a produtividade diária dos funcionários. Os dados foram levantados em nove países diferentes e não envolvem o Brasil.

Entretanto, segundo consultores de recursos humanos, tais números também refletem o que ocorre nas organizações por aqui. “Estressados por conta das dívidas, esses trabalhadores perdem o foco no trabalho, começam a pedir empréstimos para a empresa e a exercer pressão por aumentos no salário e nos benefícios, mesmo que isso não esteja em alinhamento com as políticas de remuneração da empresa”, diz a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Elaine Saad.

Nos casos mais extremos, segundo observa o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinando Domingos, há os que preferem ser demitidos e utilizar as verbas rescisórias para ficar em dia com os credores, mesmo que isso signifique o sacrifício da sua fonte de renda.

Depois de constatar por meio de uma pesquisa interna, realizada em 2011, que cerca de 75% dos colaboradores têm algum tipo de dívida, a Holcim do Brasil estabeleceu a educação financeira como um dos pilares do seu programa de qualidade de vida, segundo conta a gerente do Instituto Holcim e de responsabilidade social corporativa da empresa, Juliana Andrigueto. “Antes, o programa tinha foco em saúde, bem estar, educação e cultura. Mas entendemos que sem equilíbrio financeiro esses pilares ficam comprometidos”, diz.

Depois de realizar uma palestra para divulgar o programa, a empresa teve quase 70 candidatos inscritos, que participaram de um curso e tiveram também atendimento personalizado.

Contenção. Fazer planilha de gastos, evitar compras por impulso e “shopping terapia”, concentrar o vencimento das contas de consumo para as datas próximas ao pagamento do salário para evitar usar o cheque especial, analisar os gastos, efetuar cortes e evitar supérfluos para finalmente poder poupar parte do que ganha foi o que aprenderam os participantes, conta o coordenador de produção, Marques Pereira Pinto.

Com as contas em dia, ele diz que se sente mais produtivo no trabalho. “Essas coisas nos tiram o foco, o que é um risco, pois trabalho em uma fábrica. Com a falta de dinheiro no final do mês, eu nem dormia mais. Quisera eu ter aprendido tudo isso 20 anos atrás. Estaria muito melhor do que hoje”, diz.

De acordo com Juliana, já há procura para as próximas turmas do programa. “São colaboradores de todos os níveis da organização, não só operários. Esperamos que nos próximos anos o índice de colaboradores endividados caia com essa ação.”

Depois de oferecer algo semelhante para seus funcionários, a Termomecânica, indústria de transformação de metais, irá incorporar a educação financeira na grade de cursos de sua universidade corporativa, de acordo com a diretora de recursos humanos da empresa, Elaine Matiolli. “Percebemos o quanto é importante convidar as pessoas para refletir sobre a relação com o dinheiro”, afirma.

O mesmo tem feito a operadora NET. A gerente regional de recursos humanos, Andrea Campos, diz que a questão financeira ganhou foco nos últimos anos nos programas de desenvolvimento dos colaboradores. “Começamos com palestras dadas por especialistas da Bovespa e que acabaram se tornando treinamentos maiores”, diz.

A última ação da empresa nesse sentido foi realizada há pouco mais de duas semanas na central de atendimento na cidade de Americana, onde cerca de 900 funcionários participaram de um workshop sobre finanças pessoais. “Boa parte do público é composto por jovens, que estão ingressando no mercado de trabalho. Temos a preocupação de educá-los desde já sobre a importância de não gastar mais do que se ganha e, principalmente, de poupar parte do que ganham”.

A assistente de atendimento Gracielle Pereira, que participou da última ação da empresa, diz que o principal aprendizado é o de que nenhum valor é pequeno demais para ser poupado.

Ela diz nunca ter se descontrolado com as finanças, mas afirma que a partir de agora vai ter foco na formação de poupança para imprevistos. “Dívida paga é consciência tranquila. Não sei como trabalharia se estivesse com dívidas”, afirma.

Andrea justifica as ações de auxílio ao que poderia se considerado um problema pessoal do trabalhador. “Essa máxima de que todos os seus problemas terminam quando você entra no trabalho é falsa. Contratamos o ser humano por completo.”

Maioria vai usar o 13º salário para pagar dívidas

Quase 61% dos brasileiros vão usar o décimo terceiro salário para pagamentos de dívidas, segundo aponta um levantamento feito pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

De acordo com o estudo, 75% dos que vão usar o salário extra para quitar débitos pagarão suas dívidas com o cartão de crédito e cheque especial. Para o presidente do Instituto de Educação Financeira, Jurandir Macedo, esse índice reflete a relação pouco saudável que o brasileiro tem com as finanças. “O dinheiro é o último tabu grande da sociedade. As pessoas se esquivam de falar dele e, consequentemente, de aprender com ele. Isso é reflexo dos tempo de inflação, quando não fazia sentido planejar”, diz. A falta da cultura da poupança é outro fator preocupante para o presidente da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos. “Cerca de 95% da população não poupa nada. Ou seja, mesmo estando sem dívidas hoje, a pessoa é um potencial devedor, caso haja um imprevisto, como doença na família ou acidente.”

Dicas para se equilibrar

Não exagere. Evite fazer da época de Natal uma farra de compras desnecessárias. Porém, ser um poupador exagerado, guardando tudo o que ganha, não é saudável. Poupar 10% da renda é suficiente.

Status. Gastar para ter status e parecer ser quem não se é representa um grande perigo e a porta de entrada para o endividamento descontrolado. Gaste no que precisa e no que traz satisfação.

Objetivos. Poupar pelo simples ato de poupar é mais difícil. Tente estabelecer objetivos de curto prazo, como a compra de um bem, e de longo prazo, como uma viagem internacional, ou uma pós-graduação, por exemplo.

Emergências. Tenha reserva para usar em caso de imprevistos. Especialistas recomendam guardar o equivalente a três ou até cinco vezes o salário em uma poupança ou fundos DI.

78% é a quantidade de empresas que consideram que o desequilíbrio financeiro abala a produtividade de seus funcionários.